Melhor Direct Box para Guitarra: Guia Definitivo
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Escolher o Direct Box (DI Box) certo para sua guitarra é fundamental para garantir a melhor qualidade de sinal em gravações e apresentações ao vivo. Um DI Box atua como uma ponte entre seu instrumento de alta impedância e a entrada de baixa impedância de um mixer ou interface de áudio, convertendo o sinal desbalanceado em balanceado e prevenindo ruídos.
Este guia detalhado analisa os melhores Direct Boxes disponíveis no mercado, ajudando você a fazer a escolha mais acertada para suas necessidades sonoras.
Como Escolher o Direct Box Ideal
A seleção de um Direct Box depende de vários fatores, incluindo o tipo de instrumento, o ambiente de uso (estúdio ou palco) e o orçamento. Um Direct Box ativo é ideal para captar sinais mais fracos de guitarras passivas, pois possui circuitos amplificadores que aumentam o nível do sinal.
Já um Direct Box passivo é mais simples, robusto e não requer alimentação, sendo uma boa escolha para captar sinais mais fortes de guitarras ativas ou baixos. A impedância de entrada e saída, a presença de aterramento (ground lift) para eliminar ruídos e a qualidade dos componentes são aspectos cruciais a serem considerados.
Nossas análises e classificações são completamente independentes de patrocínios de marcas e colocações pagas. Se você realizar uma compra por meio dos nossos links, poderemos receber uma comissão. Diretrizes de Conteúdo
1. Behringer GI100 Direct Box Ativo
O Behringer GI100 é um Direct Box ativo que oferece uma solução acessível e eficaz para guitarristas e baixistas. Sua principal vantagem reside na capacidade de converter sinais de instrumentos de alta impedância em sinais de baixa impedância, prontos para serem enviados a mesas de som ou interfaces de áudio.
Ele é especialmente útil para instrumentos com captadores passivos, pois seu circuito interno ajuda a impulsionar o sinal, garantindo clareza e volume adequados.
Este modelo inclui recursos como um seletor de aterramento (ground lift) para eliminar ruídos indesejados e um atenuador de entrada que permite o uso com fontes de sinal mais altas.
É uma opção robusta para quem busca um Direct Box confiável para palcos e estúdios sem um grande investimento. Sua construção geralmente suporta o uso frequente, tornando-o um cavalo de batalha para músicos em diferentes situações.
- Preço acessível
- Bom para captadores passivos
- Inclui ground lift e atenuador
- Qualidade de áudio pode não satisfazer os mais exigentes
- Construção menos robusta que modelos premium
2. Direct Box Passivo Waldman com 1 Canal Mono DI 1PS
O Waldman DI 1PS é um Direct Box passivo que se destaca pela simplicidade e pela capacidade de entregar um som limpo e direto. Por ser passivo, ele não requer alimentação externa, o que o torna prático para setups onde a energia pode ser limitada.
Sua construção é pensada para a durabilidade, sendo uma escolha sólida para músicos que precisam de um equipamento confiável para uso regular em shows e ensaios.
Este modelo é ideal para instrumentos com saída de sinal mais forte, como baixos ativos ou teclados, onde um DI ativo poderia saturar o sinal. A ausência de componentes eletrônicos ativos significa menos chances de introduzir artefatos sonoros indesejados, preservando a pureza do timbre original do instrumento.
O Waldman DI 1PS oferece uma conexão XLR balanceada para a saída do mixer e uma saída 'Thru' para conectar um amplificador simultaneamente.
- Não requer alimentação
- Som puro e sem coloração
- Construção robusta
- Pode não ser ideal para captadores passivos de baixa saída
- Menos recursos adicionais comparado a modelos ativos
3. HAYONIK, Direct Box Passivo - DB300
O Hayonik DB300 é um Direct Box passivo que se apresenta como uma alternativa econômica para quem busca converter o sinal de instrumentos de alta impedância para baixa impedância.
Sua proposta é oferecer funcionalidade básica sem complicações, sendo um componente útil em setups de áudio onde a simplicidade e o custo-benefício são prioridade. Este DI é especialmente indicado para quem já possui instrumentos com bom nível de saída.
Para músicos que precisam apenas do essencial para conectar sua guitarra ou baixo a um sistema de som, o DB300 cumpre seu papel. Ele permite que o sinal do instrumento seja enviado de forma balanceada para a mesa de som, minimizando a captação de ruídos em longas distâncias de cabo.
A saída 'Thru' também é presente, facilitando a ligação de um amplificador para monitoração no palco.
- Opção de baixo custo
- Passivo, não requer energia
- Funcionalidade básica garantida
- Qualidade de construção pode ser inferior a outras marcas
- Pode não oferecer a mesma fidelidade sonora de modelos mais caros
- Não é ideal para captadores passivos de baixa saída
4. Pyle Pro PDC21 Direct Box DI 1/4''/XLR
O Pyle Pro PDC21 é um Direct Box versátil que combina a praticidade de um DI ativo com a robustez esperada em equipamentos de palco. Ele é projetado para converter sinais de guitarra, baixo e outros instrumentos de alta impedância em sinais de baixa impedância balanceados, ideais para conexão com mixers e interfaces de áudio.
Sua característica ativa o torna uma boa opção para instrumentos com captadores que produzem sinais mais fracos.
Este modelo oferece uma entrada de 1/4'' (P10) e uma saída XLR balanceada, além de uma saída 'Thru' para conectar um amplificador. O Pyle Pro PDC21 também inclui um seletor de aterramento (ground lift) para ajudar a eliminar ruídos e zumbidos que podem surgir em sistemas de som.
Sua construção é pensada para suportar o transporte e o uso frequente em diferentes ambientes musicais.
- Versátil, serve para diversos instrumentos
- Ativo, bom para captadores passivos
- Inclui ground lift
- A qualidade sonora pode não ser de nível profissional para aplicações críticas
- A durabilidade dos componentes pode ser um ponto de atenção a longo prazo
5. Direct Box Passivo Duplo Santo Ângelo DBP2
O Santo Ângelo DBP2 é um Direct Box passivo duplo, ideal para situações onde você precisa conectar dois instrumentos simultaneamente ou um instrumento estéreo. Sua natureza passiva garante que ele não necessite de alimentação externa, simplificando o setup e aumentando a confiabilidade em ambientes de palco.
A marca Santo Ângelo é conhecida por oferecer produtos com boa relação custo-benefício no mercado nacional.
Este modelo é uma excelente opção para tecladistas, DJs ou guitarristas que utilizam pedais de efeitos estéreo e desejam manter a integridade do sinal. Cada canal possui sua própria entrada e saída 'Thru', permitindo a conexão independente com amplificadores.
A conversão de sinal para XLR balanceado assegura uma transmissão limpa e livre de ruídos até a mesa de som, mesmo em distâncias maiores.
- Duplo canal, versátil para estéreo ou dois instrumentos
- Passivo, sem necessidade de energia
- Boa relação custo-benefício nacional
- Como passivo, pode não ser a melhor escolha para captadores de guitarra com sinal muito baixo
- A qualidade dos transformadores pode ser um ponto a ser considerado para aplicações de altíssima fidelidade
6. Behringer DI20 Direct Box Ativo
O Behringer DI20 é um Direct Box ativo duplo, projetado para oferecer flexibilidade e desempenho a um preço competitivo. Ele é capaz de lidar com uma ampla gama de fontes de áudio, desde guitarras e baixos até teclados e outros instrumentos.
Sua capacidade de operar com alimentação phantom power da mesa de som ou com bateria de 9V o torna adaptável a diferentes cenários de uso.
Este modelo é uma escolha inteligente para músicos que precisam conectar dois instrumentos simultaneamente ou para quem busca uma solução ativa para captadores passivos. O DI20 oferece atenuação de entrada, seletor de aterramento (ground lift) e uma saída 'Thru' para cada canal, permitindo a conexão com amplificadores.
É uma opção popular para quem procura um Direct Box funcional sem gastar muito.
- Duplo canal, versátil
- Funciona com phantom power ou bateria
- Recursos de ground lift e atenuador
- A qualidade de áudio pode ser inferior a modelos mais caros
- Construção pode não ser tão robusta para uso intensivo em turnês
7. Caixa direta com duas entradas estéreo de 1/4''
Este modelo de caixa direta com duas entradas estéreo de 1/4'' é uma solução prática para quem trabalha com teclados, sintetizadores ou qualquer instrumento que gere sinal estéreo.
A capacidade de receber duas entradas P10 permite a conexão de fontes estéreo de forma eficiente, convertendo-as para uma saída balanceada XLR. É uma opção interessante para tecladistas e produtores musicais.
A natureza deste Direct Box é ideal para manter a separação estéreo do sinal, algo crucial para a clareza e a espacialidade em mixagens. Ele simplifica a tarefa de conectar instrumentos estéreo à mesa de som, evitando o uso de múltiplos DI Boxes ou adaptadores.
A robustez e a qualidade de construção são fatores importantes a serem avaliados para garantir a confiabilidade em apresentações ao vivo.
- Ideal para sinais estéreo
- Simplifica a conexão de instrumentos estéreo
- Oferece saída balanceada XLR
- Pode ser excessivo para quem usa apenas instrumentos mono
- Informações detalhadas sobre especificações técnicas e marca podem ser limitadas
8. Direct Box Passivo, Hayonik, DB100
O Hayonik DB100 é um Direct Box passivo projetado para oferecer uma solução simples e econômica para a conversão de sinal de instrumentos. Como um DI passivo, ele se beneficia da ausência de necessidade de alimentação externa, o que o torna uma escolha prática para músicos que buscam um equipamento plug-and-play.
Ele é indicado para instrumentos que já possuem um nível de saída considerável.
Este modelo cumpre a função básica de transformar um sinal de alta impedância em um sinal de baixa impedância balanceado, pronto para ser conectado a mixers ou interfaces de áudio.
A saída 'Thru' permite que o sinal original seja enviado para um amplificador, mantendo a possibilidade de monitoração tradicional no palco. É uma opção para quem precisa de um Direct Box para tarefas essenciais sem um grande investimento.
- Preço acessível
- Passivo, não requer energia
- Funcionalidade básica garantida
- Qualidade sonora pode ser limitada para aplicações profissionais
- Construção pode ser menos durável que modelos premium
- Não é a melhor opção para captadores passivos de baixa saída
9. Direct Box Waldman Activity Di100a Ativo
O Waldman Activity DI100A é um Direct Box ativo que oferece uma solução robusta para músicos que necessitam de um conversor de sinal confiável. Sua natureza ativa o torna ideal para instrumentos com captadores passivos, pois ele conta com circuitos internos para amplificar e equalizar o sinal, garantindo que ele chegue à mesa de som com clareza e volume adequados.
É uma boa pedida para quem busca um DI versátil.
Este modelo é projetado para suportar o uso em palcos e estúdios, com uma construção que visa a durabilidade. A presença de recursos como o ground lift é essencial para eliminar ruídos indesejados que podem comprometer a qualidade do áudio.
A saída 'Thru' permite que o sinal original seja enviado para um amplificador, oferecendo flexibilidade para a monitoração no palco. Sua performance é pensada para quem valoriza um som limpo e bem definido.
- Ativo, ótimo para captadores passivos
- Construção robusta
- Inclui ground lift para redução de ruído
- Pode requerer alimentação phantom power ou bateria
- A qualidade sonora pode não rivalizar com modelos de alta gama
10. Direct Box Ativo Waldman DI-200A Activity 2 Canais
O Waldman DI-200A Activity é um Direct Box ativo de dois canais, oferecendo uma solução completa para quem precisa conectar múltiplos instrumentos ou fontes estéreo. Sua capacidade ativa garante que sinais de baixa intensidade sejam amplificados e transmitidos com clareza, sendo uma excelente escolha para guitarras e baixos com captadores passivos.
A versatilidade de dois canais o torna uma peça chave para tecladistas ou para quem usa pedais estéreo.
Este modelo é construído para atender às demandas de palcos e estúdios, com recursos que visam a máxima qualidade e praticidade. A inclusão de um ground lift em cada canal é fundamental para a eliminação de ruídos e zumbidos, assegurando um áudio limpo.
A saída 'Thru' em cada canal permite a conexão simultânea com amplificadores, mantendo a flexibilidade de monitoração para o músico. É uma opção de alto desempenho para setups mais exigentes.
- Dois canais, ideal para estéreo ou múltiplos instrumentos
- Ativo, potente para captadores passivos
- Ground lift em cada canal para controle de ruído
- Requer alimentação phantom power ou bateria
- O preço pode ser mais elevado devido aos dois canais e recursos adicionais
Ativo vs. Passivo: Qual a Melhor Opção?
A escolha entre um Direct Box ativo e um passivo depende diretamente do tipo de instrumento e da sua saída de sinal. Direct Boxes ativos são ideais para instrumentos com captadores passivos (a maioria das guitarras e baixos sem bateria), pois possuem um circuito amplificador que aumenta o nível do sinal, prevenindo perdas e ruídos em longas distâncias.
Eles geralmente requerem alimentação, seja phantom power da mesa de som ou uma bateria interna.
Por outro lado, Direct Boxes passivos são mais simples e não necessitam de alimentação. Eles são excelentes para instrumentos com captadores ativos (que usam bateria) ou com um sinal de saída naturalmente forte, como baixos ativos, teclados ou fontes de áudio de linha.
Sua principal vantagem é a preservação do timbre original, sem a adição de coloração sonora, além de serem mais robustos e não terem componentes eletrônicos que possam falhar.
Recursos Essenciais a Considerar
- Conexões: Verifique se há entradas de 1/4'' (P10) e saídas XLR balanceadas. Saídas 'Thru' são essenciais para conectar um amplificador simultaneamente.
- Ground Lift: Um botão que desconecta o aterramento do chassi, crucial para eliminar zumbidos e ruídos em loops de terra.
- Atenuador de Entrada (Pad): Útil para reduzir o nível do sinal de instrumentos com saídas muito altas, evitando distorção.
- Tipo de Circuito: Escolha entre ativo (para sinais fracos) ou passivo (para sinais fortes e timbre puro).
- Robustez: Para uso em palco, a construção metálica e componentes de qualidade são fundamentais para a durabilidade.
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Juliana Lima Silva
Jornalista pela UFMG com MBA pelo IBMEC. Juliana supervisiona toda produção editorial do Busca Melhores, garantindo curadoria criteriosa, análises imparciais e informações sempre atualizadas para mais de 4 milhões de leitores mensais.

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